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Representantes da Aduems discutem reposição salarial com reitoria

Representantes da Aduems discutem reposição salarial com reitoria

A reunião ocorreu por videoconferência nesta quarta-feira Representantes da Aduems se reuniram por videoconferência com a reitoria da UEMS nesta quarta-feira (5), para tratar da reposição salarial para os professores da universidade. A comissão responsável pelo tema apresentou o resultado da reunião com os secretários de governo, que ocorreu durante o Fórum Dialoga. Os professores Cássia Barbosa Reis, Fabrício Sérgio de Paula, Esmael Machado e Volmir Cardoso Pereira compõem a comissão. Segundo a presidente, a professora Dra. Cássia e o vice-presidente, professor Dr. Volmir, o governo disse que não fará reposição salarial este ano por conta da LC 173/2020, e que está discutindo apenas a revisão anual, bem como algumas demandas específicas das categorias. Para os representantes da ADUEMS, é fundamental, nesse momento, uma união entre o sindicato e a Reitoria para cobrar do governo do estado a criação de uma política de reposição salarial, visando recompor perdas acumuladas em torno de 36,11%, desde 2015. A posição do reitor Laércio de Alves de Carvalho foi de que o cenário é difícil para reposição salarial, e que seria importante colocar na mesa de discussão com o governo a reformulação do Plano de Cargos e Carreiras (PCC). Ao contrário do reitor, a comissão sindical considera importante que a pauta pela reposição salarial não seja confundida ou substituída pela revisão do PCC. Para o prof. Volmir, “o PCC vem sendo discutido por um grupo de trabalho da ADUEMS e, no momento mais oportuno, será discutido em assembleia para se fechar uma proposta”. O vice-presidente afirmou ainda que “a negociação para o PCC deve ser posta com cautela e mediante união da categoria, para que não se tenha perdas de direitos e retrocessos”. Ao final, o reitor comprometeu-se a definir uma agenda junto à Secretaria de governo da Secretaria de Estado de Administração e Desburocratização (SAD) e deverá apresentar uma data para reunião entre gestão, sindicato e governo, nos próximos dias. Segundo a professora Cássia a luta pela reposição é de todos os docentes e, neste momento, “a participação nos grupos de trabalho e nas Assembleias Gerais da categoria é essencial”. A professora aproveita para fazer uma citação ao teatrólogo alemão Bertolt Brecht: "Quem é ele [o sindicato]? Você, eu, vocês, nós todos". Norberto Liberator (jornalista da ADUEMS)

GT que discutirá PAD é formado em assembleia geral

GT que discutirá PAD é formado em assembleia geral

Composição de integrantes segue aberta para docentes interessados Foi formado, na assembleia geral ocorrida no último dia 27, o grupo de trabalho (GT) que deve analisar o Plano de Atividades Docentes (PAD) da UEMS. O objetivo é discutir o formulário do PAD e estruturar sua reorganização, diante de problemas ocorridos atualmente na plataforma online do plano. Os nomes dos componentes do GT foram apresentados e votados durante a assembleia. Os integrantes escolhidos coletivamente são Vanessa Arlesia de Souza Ferretti, Esmael Almeida Machado, Lucélia Tavares Guimarães, Jocimar Lomba Albanez, Osvanilton de Jesus Conceição, Cássia Barbosa Reis e Volmir Pereira. A composição dos integrantes segue aberta para outros docentes que tiverem interesse em participar do GT. Norberto Liberator (jornalista da ADUEMS)

Comitê de Defesa Popular entrega mais de 90 cestas básicas em Dourados

Comitê de Defesa Popular entrega mais de 90 cestas básicas em Dourados

É possível contribuir com futuras ações do Comitê O Comitê de Defesa Popular, fórum formado por entidades sindicais e movimentos sociais atuantes em Dourados (incluindo a ADUEMS), entregou mais de 90 cestas básicas durante este fim de semana, em comunidades em vulnerabilidade. A ação faz parte de um trabalho contínuo do Comitê, que tem se mobilizado desde o início da pandemia para garantir alimentação e mantimentos para as populações mais vulneráveis. As cestas foram distribuídas no sábado (1º), data escolhida por ocasião do Dia dos Trabalhadores, em comunidades indígenas (aldeias urbanas e áreas de retomada); Comunidade Vitória (Sitioca Campo Belo); e em bairros como Jóquei Clube, Vila São Brás, Jardim Água Boa, entre outros. Para contribuir com as ações do Comitê, é possível fazer entregar alimentos não perecíveis nos pontos de coleta: SIMTED Dourados (R. Maria da Glória, 670, Vila Industrial. De segunda a sexta, das 07h30 às 11h e das 13h às 17h); Sindicato dos Bancários (Rua Olinda Pires de Almeida, 2450. De segunda a sexta, das 07h30 às 11h30 e das 13h às 17h30). Outras formas de contribuição: Vaquinha online; Transferência bancária para conta poupança 35503-3, agência 0903, Banco Sicredi (748); Pix: 054.675.911-42 (Franklin Schmalz da Rosa - Coordenação do Comitê). Norberto Liberator (jornalista da ADUEMS), com informações da assessoria

Filmes sobre a luta da classe trabalhadora para ver no 1º de maio

Filmes sobre a luta da classe trabalhadora para ver no 1º de maio

Listamos algumas obras para inspirar a resistência no Dia do Trabalhador O dia 1º de maio é a data internacional da luta dos trabalhadores. O motivo é que, nesta data, movimentos sociais e entidades sindicais ligadas às reivindicações de operários foram às ruas em 1886, nos Estados Unidos, para pedir direitos como a jornada de trabalho de oito horas, férias remuneradas e um dia de descanso semanal. Para celebrar a data, que é de resistência e reflexão, preparamos uma lista de filmes com a temática da luta proletária. Todos estão disponíveis na íntegra para serem assistidos no YouTube. Eu, Daniel Blake (Ken Loach, 2016) Este longa aborda a precariedade gerada pelo neoliberalismo no Reino Unido. Daniel é um marceneiro orientado por seu médico a não trabalhar após sofrer uma parada cardíaca, mas que não consegue subsídios do governo pois, mesmo com a saúde fragilizada, é considerado apto ao trabalho. Nesta situação, ele conhece uma mulher desempregada que tenta sustentar os dois filhos. Eles Vivem (John Carpenter, 1988) Neste clássico cult, John Nada é um trabalhador braçal que encontra emprego na construção civil. Após o prédio ocupado em que vivia ser parcialmente destruído pela polícia, ele encontra um par de óculos escuros que o faz enxergar as mensagens da mídia como elas realmente são. A Classe Operária Vai ao Paraíso (Elio Petri, 1971) No clássico longa italiano, o operário Lulu é considerado um funcionário exemplar pelos patrões na fábrica em que trabalha. Não possui consciência de classe e costuma se opor às reivindicações de seus colegas. No entanto, após um acidente em que perde parte de um de seus dedos, ele passa a compreender sua condição de explorado e começa a lutar por seus direitos. Eles Não Usam Black-Tie (Leon Hirszman, 1981) Esta obra baseada na clássica peça de Gianfrancesco Guarnieri retrata os conflitos e as contradições presentes dentro da classe trabalhadora. O líder sindical Otávio mobiliza os colegas para a realização de uma greve na fábrica em que trabalha, mas tem de lidar com a oposição de seu próprio filho, Tião, que teme ser demitido enquanto a esposa está grávida. ABC da Greve (Leon Hirszman, 1979) Este documentário mostra as greves ocorridas no ABC paulista durante o final da década de 1970, em grandes manifestações lideradas por sindicatos, sobretudo o dos metalúrgicos de São Bernardo do Campo, que tinha à frente o então dirigente sindical Luiz Inácio Lula da Silva. Norberto Liberator (jornalista da ADUEMS)

Vice-presidente da ADUEMS discute data-base com governo estadual

Vice-presidente da ADUEMS discute data-base com governo estadual

Evento fez parte do Fórum Dialoga Ocorreu, nesta quinta-feira (29), mais uma rodada do Fórum Dialoga, instância de discussão entre secretários de governo da Secretaria de Estado de Administração e Desburocratização (SAD) e da Secretaria de Estado de Governo e Gestão (Segov) com representantes sindicais. Nesta rodada, foram convidados os sindicatos dos trabalhadores em educação, incluindo servidores técnicos e professores. O professor Dr. Volmir Cardoso Pereira, vice-presidente da ADUEMS, esteve presente para representar a Associação e entregou, ao final, uma proposta de reposição salarial para os professores da UEMS. Durante o evento, a secretária titular da SAD, Ana Nardes, fez uma explanação sobre a atual situação orçamentária do estado, na qual destacou a queda do PIB nacional durante a pandemia e o fato de o estado de Mato Grosso do Sul ter atingido, nos anos anteriores, o chamado “limite prudencial” dos gastos com pessoal, o que, segundo ela, teria inviabilizado os reajustes salariais aos servidores. A secretária foi questionada sobre a saída do limite prudencial com a melhora da arrecadação. A secretária também foi confrontada com o fato de que o PIB de Mato Grosso do Sul cresceu acima da média nacional e que deveríamos discutir a situação do estado a partir do PIB estadual, em vez do nacional. Em resposta, a secretária afirmou que ainda “estamos muito próximos do limite prudencial” e que “o governo entrará em discussão com os outros poderes para definir o possível dentro da revisão geral”. Ana Nardes lembrou ainda que a Lei Complementar (LC) 173/2020 impede o reajuste dos servidores até dezembro de 2021. O representante da ADUEMS reforçou, em sua fala, que a melhora da arrecadação no terceiro quadrimestre de 2020 e o bom desempenho econômico do estado possibilitam uma política de reposição salarial, tendo em vista as perdas salariais acumuladas nos últimos anos, estimando um arrocho de 36,11% entre 2015 e 2021, para os professores da UEMS e para a maioria dos servidores estaduais. O secretário Sérgio Murilo Motta (Segov) mencionou que o governo dará atenção especial aos servidores técnicos da educação básica, que cobram a melhoria de sua estrutura de carreira, em face dos prejuízos salariais. O secretário adjunto da SAD, Édio Viegas, ressaltou que os servidores precisam entender que o governo faz o possível para que não haja prejuízos salariais, mas que não pode ultrapassar o limite prudencial instituído por lei. De acordo com o professor Volmir, “a reunião com poucos representantes sindicais de cada vez não favorece o debate por reajuste do funcionalismo como um todo, e traz a discussão para a situação mais específica das categorias e suas carreiras, tirando de foco a demanda coletiva pela recuperação salarial”. Sobre os próximos passos da negociação em curso, o vice-presidente afirma: “Nós temos o compromisso da Reitoria em nos ajudar nesta luta pela reposição salarial junto ao governo do estado, levando em conta a situação dos professores efetivos, aposentados e convocados. Temos ainda que lutar pela melhoria da nossa carreira, com a universalização da TIDE aos docentes, facilitar o acesso ao nível V, implementar o nível VI, entre outras demandas importantes”. Ao final do evento, o secretário Sérgio Murilo Motta recebeu em mãos a proposta de reposição salarial que a ADUEMS apresentou à Reitoria da UEMS anteriormente, a partir de estudo realizado pelo Dieese-MS. A proposta da ADUEMS e o estudo feito pelo Dieese podem ser acessados abaixo. Volmir Cardoso Pereira (vice-presidente da ADUEMS)
Norberto Liberator (jornalista da ADUEMS)

Diretoria da ADUEMS propõe reposição salarial a reitor

Diretoria da ADUEMS propõe reposição salarial a reitor

A Associação propõe um reajuste de 36,11% A diretoria da ADUEMS solicitou uma reunião com o reitor Laércio Alves de Carvalho, ocorrida nesta quarta-feira (28), para discutir uma proposta de reposição salarial para os docentes da UEMS, em face das perdas ocorridas nos últimos anos, que chegaram a 26,63% se somado o prejuízo de 2015 a 2020. O objetivo da reunião foi buscar apoio da gestão para um trabalho conjunto com a ADUEMS na luta por esta reposição. "É importante frisar que, mais que buscar apoio para tratativas com o governo estadual, buscou-se também garantir ampla discussão deste tema no orçamento interno da instituição”, afirma a presidente da ADUEMS, professora Drª. Cássia Reis. A Associação propõe um reajuste de 36,11%, levando em consideração os anos citados e o atual. Também foi proposta uma política de reposição imediata das perdas salariais, considerando que o estado arrecadou 2,19 bilhões de reais no ano passado, registrando superávit. Diante dos argumentos apresentados, o reitor afirmou apoiar a reivindicação e se comprometeu em protocolar a proposta à Secretaria de Estado de Educação. No documento, a presidente Cássia Reis sugere à Reitoria um conjunto de ações para discutir a viabilidade e execução da proposta. Confira: Norberto Liberator (jornalista da ADUEMS)

Nota de condolências ao professor Dr. Adilson Crepalde, pelo falecimento de Marlene Crepalde

Nota de condolências ao professor Dr. Adilson Crepalde, pelo falecimento de Marlene Crepalde

A ADUEMS presta suas condolências ao professor Doutor Adilson e à família pelo falecimento de sua mãe, Marlene Raquel Negrini Crepalde A Aduems presta sua solidariedade ao professor Doutor Adilson Crepalde, do curso de Letras da Unidade Acadêmica de Dourados, pela morte de sua mãe, Dona Marlene Raquel Negrini Crepalde, falecida nesta terça-feira (16). Marlene tinha 83 anos e faleceu em decorrência de complicações pelo contágio de Covid-19. Manifestamos nosso pesar e desejamos força à família para enfrentar o momento de luto.

Desemprego e informalidade entre mulheres crescem durante a pandemia, aponta DIEESE

Desemprego e informalidade entre mulheres crescem durante a pandemia, aponta DIEESE

Pesquisa aponta diminuição da taxa de mulheres ocupadas de 41,2 milhões para 35,5 milhões Parcela expressiva de mulheres perdeu sua ocupação no período da pandemia e muitas nem buscaram uma nova inserção. Entre o 3º trimestre de 2019 e 2020, o contingente de mulheres fora da força de trabalho aumentou 8,6 milhões, a ocupação feminina diminuiu 5,7 milhões e mais 504 mil mulheres passaram a ser desempregadas, segundo os dados da PNADC. A taxa de desemprego das mulheres negras e não negras cresceu 3,2 e 2,9 pontos percentuais, respectivamente, sendo que a das mulheres negras atingiu a alarmante taxa de 19,8%. As trabalhadoras domésticas sentiram o forte efeito da pandemia em suas ocupações, uma vez que 1,6 milhões mulheres perderam seus trabalhos, sendo que 400 mil tinham carteira assinada e 1,2 milhões não tinham vínculo formal de trabalho. Já o contingente de trabalhadoras informais, exceto das do emprego doméstico, passou de 13,5 milhões para 10,5 milhões, indicando outro grupo expressivo que perdeu o trabalho e a renda. Os resultados para este contingente de mulheres negras e mais pobres refletiram um agravamento da situação de pobreza e de exclusão social. E, para muitas, foi necessário sair de casa para buscar uma inserção, ou seja, escolher entre algum trabalho e renda ou a proteção de sua vida e da família. Para o grupo de mulheres com maior escolaridade, que foram realizar seu trabalho em casa, entre 2019 e 2020, o rendimento médio por hora aumentou: entre as negras passou de R$ 10,95 para R$ 11,55 e entre as não negras, de R$ 18,15 para R$ 20,79. Essa elevação se deu principalmente por efeito estatístico, quando da saída de mulheres com menores rendimentos do mercado de trabalho e a permanência daquelas com maiores salários. No entanto, a conciliação dos cuidados com os filhos fora da escola; a preocupação com os idosos sob sua responsabilidade; os afazeres domésticos e as longas jornadas tenderam a agravar problemas de saúde física e mental dessas mulheres. Essa crise sanitária, econômica e social reforçou a distância salarial entre homens e mulheres, em 2020, elas seguiram ganhando menos, mesmo quando ocupavam cargos de gerência ou direção, para elas a hora paga foi de R$ 32,35 e para eles, de R$ 45,83 ou com a mesma escolaridade: elas ganhavam em média R$ 3.910 e eles, R$ 4.910. Para a juventude feminina, este cenário de pandemia trouxe a desilusão em relação ao futuro e em muitos casos, o abandono dos estudos e da qualificação. Os efeitos para o país foram desastrosos e se essa situação permanecer em 2021, o desenvolvimento futuro do país estará seriamente comprometido. Leia relatório e dados completos abaixo:

Mensagem do ANDES-SN para o mês das mulheres

Mensagem do ANDES-SN para o mês das mulheres

O #8M2021 tem um significado muito importante para a luta das mulheres: demonstra que todas as nossas conquistas são frutos de muita luta, organização, coragem, resistência.* O ANDES-SN compreende que as conquistas das mulheres são fundamentais para a construção da nossa sociedade. Temos hoje a primeira gestão com paridade de gênero no nosso Sindicato Nacional. Vivemos tempos difíceis, em que a dupla jornada se dá toda dentro dos nossos lares, tempos em que temos convivido com a morte, com o descaso do governo pela vida e pela pandemia. Nós não suportamos mais. Nós, mulheres em luta, dizemos Fora Bolsonaro, fora Mourão, fora todo esse governo que tem sido um atentado às nossas conquistas e às nossas vidas. Vamos juntas, companheiras, de braços dados, sempre em luta. Confira a mensagem que preparamos. Curta, comente e compartilhe esse material.

ADUEMS e Fórum Vacina para Todos fazem outdoors para pressionar por vacinação irrestrita

ADUEMS e Fórum Vacina para Todos fazem outdoors para pressionar por vacinação irrestrita

Fórum é formado por mais de 60 entidades sindicais e movimentos sociais Iniciou-se, nesta semana, a instalação de outdoors do Fórum Estadual Vacina para Todos, do qual a ADUEMS faz parte, para pressionar pela vacinação irrestrita de todos os cidadãos sul-mato-grossenses. O primeiro deles foi instalado na BR-158, no município de Cassilândia, em um trecho com fluxo diário de cerca de 5 mil unidades de veículos de transporte ou carga. O Fórum, que é formado por 62 entidades sindicais e movimentos sociais, reivindica, além da vacinação de toda a população, que o poder público siga as medidas de isolamento e distanciamento social sugeridas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) enquanto a imunização em massa não é feita, além da manutenção e aumento de abrangência do auxílio emergencial. Em seu manifesto, o Fórum exige: ● a recomposição dos orçamentos federal, estaduais e municipais da Saúde, sem a submissão ao teto de gastos; ● o afastamento imediato do ministro da Saúde; ● a adequação e detalhamento do plano nacional de vacinação contra a Covid-19 com ampliação dos grupos prioritários incluindo Agentes Comunitários de Saúde e de Endemias (ACS e ACE), indígenas não aldeados, todas as pessoas com deficiência, cuidadores de pessoas com deficiência, jovens em medidas socioeducativas, pessoas submetidas à vulnerabilidade socioeconômica, dentre outros. ● investimento necessário para adequação dos Centros de Produção de Imunobiológicos da Fiocruz, Instituto Vital Brazil e Instituto Butantan, e outros; ● a recomposição das equipes de saúde através da abertura de concursos públicos, uma vez que os profissionais de saúde estão sobrecarregados, milhares foram acometidos pela Covid-19, e muitos morreram ou estão com sequelas; ● a suspensão das privatizações e terceirizações das ações e serviços de saúde, com a estatização daqueles considerados essenciais e estratégicos ao interesse público coletivo; ● a coordenação e o controle social sobre a execução do plano de vacinação, através dos mecanismos já constituídos dos Conselhos de Saúde, com prioridade de informações e participação aos membros dos fóruns de usuários do SUS; ● realização de campanhas contra a disseminação das notícias falsas sobre as vacinas, pelos governos estaduais e municipais, com o objetivo de elucidar a população sobre a importância das mesmas; ● investimento contínuo na qualificação dos profissionais de enfermagem que irão manipular e aplicar a vacina; ● a prestação de informações transparentes e exatas para o conjunto da sociedade; ● políticas de sustentação dos empregos e da renda, especialmente retorno do auxílio emergencial; ● permanente orientação à manutenção dos cuidados sanitários, com normas que garantam o distanciamento social, inclusive com o retorno das aulas presenciais somente após a imunização massiva. Para ler o manifesto na íntegra, clique aqui.

Contra intervenção, ADUEMS publica nota de apoio a docentes e alunos da UFGD

Contra intervenção, ADUEMS publica nota de apoio a docentes e alunos da UFGD

Bolsonaro nomeou novo interventor em fevereiro A diretoria da ADUEMS publicou, nesta segunda-feira (2), uma nota de apoio ao movimento de docentes, discentes e técnicos da UFGD, em defesa da posse imediata do reitor eleito Etienne Biasotto e da vice-reitora eleita Cláudia Lima. Ambos foram escolhidos pela comunidade acadêmica através de um processo democrático, que seguiu as normas da instituição e foi referendado pelo Conselho Universitário. Na nota, a diretoria repudia as indicações de interventores para o cargo de reitor e as classifica como um ataque à democracia. Sob a gestão de Jair Bolsonaro como presidente da República, 22 universidades tiveram posse de reitores que não venceram eleições, sendo que alguns deles sequer constavam nas listas tríplices. No dia 10 de fevereiro, o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou a medida cautelar da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que contestava a indicação de reitores que não foram os mais votados. A maioria dos ministros seguiu o voto de Alexandre de Moraes, segundo o qual as nomeações “não afrontam a autonomia universitária”. Um dia depois, Bolsonaro nomeou o interventor Lino Sanabria como reitor da UFGD, em substituição a Mirlene Ferreira Macedo Dalmázio, interventora desde 2019. Dalmázio foi intimada no final do ano passado a encaminhar a lista tríplice ao MEC. Confira a nota abaixo: Manifestamos nosso total apoio e solidariedade ao movimento de professoras e professores, técnicas e técnicos, alunas e alunos da UFGD em defesa da posse imediata do Reitor eleito Etienne Biasotto, e da Vice-Reitora eleita, Cláudia Lima, democraticamente escolhidos em eleições realizadas de acordo com as normas da instituição e referendada pelo Conselho Universitário. Repudiamos totalmente a indicação de interventores para o cargo de reitor. Não podemos fechar os olhos aos ataques à democracia em nenhuma instância e em nenhuma situação. Atualmente, temos observado com grande apreensão a nomeação de reitores interventores em muitas Universidades Federais pelo Brasil, os quais não foram escolhidos pela comunidade acadêmica e, portanto, não podem de fato representá-la. Paira sobre nosso país o desprezo pela participação popular nas tomadas de decisões, ao mesmo tempo em que parece crescer a tolerância em relação a medidas opressoras, cada vez mais internalizadas no cotidiano das instituições. Contudo, é preciso salientar que os sindicatos de professores, assim como os movimentos sociais e estudantis, têm o dever de se posicionar contra essas medidas antidemocráticas e defender a universidade pública das investidas autoritárias que vêm ocorrendo. Desse modo, reafirmamos nossa posição em defesa da autonomia da Universidade Pública, que necessita avançar – e não retroceder – em políticas de inserção social, em processos próprios de democracia participativa, em investimentos para pesquisa e formação qualificada. A Universidade Pública deve ser local da liberdade de aprender e ensinar, pois é seu papel ajudar na construção do país a longo prazo, para além dos interesses imediatos dos políticos da situação. Por fim, dizemos NÃO à intervenção na UFGD e fazemos coro aos professores, técnicos e alunos pela imediata posse do reitor e vice-reitora eleitos. Práticas autoritárias devem ser repudiadas, assim como aqueles que as produzem e as legitimam dentro das instituições. Contem conosco todos aqueles que são defensores da Universidade Pública e, principalmente, da Democracia. Todo apoio e solidariedade aos colegas da UFGD. 01 de março de 2021 ADUEMS

Dourados tem carreata contra Bolsonaro e a favor do auxílio emergencial

Dourados tem carreata contra Bolsonaro e a favor do auxílio emergencial

Manifestação foi organizada por entidades sindicais e movimentos sociais Foi realizada neste domingo (21) a segunda Carreata Contra Bolsonaro em Dourados. O ato faz parte de uma mobilização nacional em favor da manutenção e ampliação do Auxílio Emergencial, da vacinação da população e do impeachment de Jair Bolsonaro. A manifestação foi organizada pelo Comitê de Defesa Popular, que é formado por entidades sindicais e movimentos sociais como a Fetems, o Simted, a Aduems, a ADUF Dourados, o Anades-SN e o Sinasefe MS, entre outros. Foram cerca de 8km de percurso, passando por bairros como Água Boa, Izidro Pedroso, Jardim Clímax e Vila Cachoeirinha. Um trio elétrico reuniu lideranças que discursaram aos manifestantes, entre elas a professora e militante Gleice Jane; o presidente do Simted, Thiago Coelho; a secretária de Comunicação da Fetems, Deumeires Morais; e o coordenador do Comitê de Defesa Popular, Franklin Schmalz. A presidenta da ADUEMS, professora doutora Cássia Reis, destaca a importância do evento. "No contexto atual a participação em todas as manifestações, sejam virtuais ou presenciais, são essenciais para minimizar as perdas", afirma. Cássia finaliza dizendo que "já estamos com mais de 240 mil mortos pela Covid 19 (em números oficiais) e milhares de outros por consequências da pandemia, seja por sequelas da própria doença ou por resultado dos muitos ataques aos direitos humanos, serviços públicos e direitos dos trabalhadores. Isso precisa parar e só a manifestação popular fará isso".