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Chapa “Autonomia e Resistência” é homologada para eleições da ADUEMS

Chapa “Autonomia e Resistência” é homologada para eleições da ADUEMS

O processo eleitoral ocorrerá a partir da próxima quarta-feira, 21 de julhoHomologação A chapa “Autonomia e Resistência” preencheu os requisitos presentes no edital de inscrição e foi homologada como chapa única para disputar as eleições para direção da ADUEMS no biênio 2022/2023. O processo eleitoral ocorrerá a partir da próxima quarta-feira, 21 de julho, e vai até o dia 28 de agosto deste ano. A Comissão Eleitoral, presidida pelo professor doutor Rubens Barbosa Filho, avaliou que a chapa está autorizada a fazer propaganda eleitoral durante o período de votações. A Comissão foi formada no dia 20 de maio, em Assembleia Geral da ADUEMS. A chapa é formada pelos seguintes componentes: Esmael Almeida Machado (presidente); Emerson Canato Vieira (vice-presidente); Marcelina Solaliendres (secretária-geral); Diogo Trevisan (tesoureiro-geral); Margareth Giacomassa (tesoureira adjunta); e nos cargos de diretores de relações sindicais, os professores Deni Irineu Rubbo, Patrícia Vieira Pompeu, Erika Alaniz, Irene de Araújo, Margarida Rossei Vieira, Ana Cláudia Mendes, Antônio de Oliveira, João Stanzani Dutra, Adélia Evangelista Azevedo, Hellen Thaís dos Santos, Andressa Gomes de Rezende, Leonardo Schmidt De Bem, Alaíde Japecanga, Luciana Henrique da Silva e Geovane Silveira.

Relator  mantém decisão liminar favorável  à Aduems sobre adicional de professores

Relator mantém decisão liminar favorável à Aduems sobre adicional de professores

Para não pagar quinquênios, gestão da UEMS havia recorrido de decisão O relator do recurso de Agravo de Instrumento interposto pela UEMS ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, manteve a decisão liminar que beneficiou os filiados da Aduems no mês de maio, garantindo o direito à contagem do tempo de serviço durante o período de 28 de maio de 2020 a 31 de dezembro deste ano. Desde a implementação da Lei Complementar 173/2020, proibiu-se os reajustes salariais aos servidores até o final desse ano, bem como a criação ou majoração de benefícios aos trabalhadores do setor público que impliquem em aumento de despesas. Após a gestão da UEMS decidir não pagar e computar o tempo de serviço durante o período de vigência da LC 173/2020, acatando orientações do Governo Estadual, a ADUEMS ingressou com pedido de Tutela de Urgência e obteve decisão liminar favorável aos filiados (leia mais informações aqui). Em seguida, a Procuradoria Jurídica da UEMS recorreu da decisão e entrou com pedido de suspensão da Liminar deferida. No entanto, agora em junho, o relator da ação no TJ-MS, desembargador Marcos José de Brito Rodrigues, decidiu manter a concessão da tutela em favor da Aduems e seus filiados, garantindo o direito ao cômputo do período de vigência da LC 173/2020 para fins de obter o quinquênio, conforme estabelecido no Plano de Cargos e Carreiras dos docentes. Diz o desembargador no texto: “assim como muito bem concluiu o magistrado singular, este relator também não constata na Lei Complementar n. 173/2020 [...], qualquer impedimento de adoção de medidas para exame e concessão de vantagens estatutariamente previstas anteriormente à sua edição, o que observa o direito adquirido e evita a prescrição de direito” (p 6). Para o vice-presidente da ADUEMS, prof. Dr. Volmir Cardoso Pereira, “a decisão, ainda que transitória, reforça mais uma vez que o direito adquirido dos professores não pode ser alcançado pelas restrições da 173/2020, por mais que essa Lei Complementar já tenha trazido danos aos servidores, como a proibição de reajuste. Seguiremos lutando em prol dos trabalhadores do serviço público, tanto na justiça quanto nas ruas”. No entanto, ainda se trata de uma decisão transitória, já que o recurso ainda será julgado pela Turma no Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul, a quem caberá decidir se a tutela será mantida ou não. A decisão prolatada pelo relator do processo do Agravo de Instrumento, pode ser lida aqui: .

ADUEMS E SINTUEMS DIVULGAM CARTA CONJUNTA SOBRE PROBLEMAS EM NEGOCIAÇÃO DO PCC DOS TÉCNICOS

ADUEMS E SINTUEMS DIVULGAM CARTA CONJUNTA SOBRE PROBLEMAS EM NEGOCIAÇÃO DO PCC DOS TÉCNICOS

Nesta quarta-feira, 14, a Diretoria Executiva da ADUEMS e a Diretoria Executiva do SINTUEMS divulgaram Carta Aberta Conjunta visando alertar à comunidade acadêmica da UEMS sobre as interferências e problemas ocorridos durante a negociação do Plano de Cargos e Carreiras dos profissionais técnicos do ensino superior da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. A proposta da carta conjunta foi definida em reunião das duas diretorias, ocorrida no dia 07 de julho. O documento da Carta Aberta pode ser acessado aqui: A íntegra da carta segue abaixo: CARTA ABERTA CONJUNTA SINTUEMS-ADUEMS DIRIGIDA À COMUNIDADE ACADÊMICA SOBRE INTERFERÊNCIAS INDEVIDAS NAS NEGOCIAÇÕES DO PLANO DE CARGOS E CARREIRAS DOS PROFISSIONAIS TÉCNICOS DO ENSINO SUPERIOR DA UEMS Vimos, por meio desta Carta Aberta, escrita conjuntamente pelas Diretorias Executivas do SINTUEMS e da ADUEMS, emitir um alerta à comunidade acadêmica sobre as interferências e problemas ocorridos durante a negociação do Plano de Cargos e Carreiras dos profissionais técnicos do ensino superior da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. Os servidores técnicos da UEMS possuem um dos piores salários da categoria em nível nacional, o que foi ainda mais agravado pela perda real de 26,63% do salário em face da inflação acumulada desde 2015, com os não reajustes impostos aos servidores pelo Governo Azambuja, em um arrocho brutal contra os trabalhadores do setor público estadual. Diante deste cenário grave, o SINTUEMS tem se organizado para rediscutir o seu Plano de Cargos e Carreiras visando produzir alterações que garantam um piso salarial digno para a categoria, assim como medidas que possam criar uma perspectiva justa de progressões e promoções em sua carreira. Nesse sentido, ressaltamos que está amparado pela Constituição Federal o dever e direito do sindicato na defesa dos interesses coletivos e individuais da categoria, conforme o art. 8, inciso III da Constituição Federal. Depreende-se que essa garantia não se limita aos seus filiados, mas sim a todos os trabalhadores pertencentes à categoria. Assim, resta evidente que o sindicato é o único legitimado e organizado para tratar perante aos órgãos públicos, enquanto representante legal da categoria, da negociação de seu Plano de Cargos e Carreiras. Não é admissível que outros agentes queiram atropelar o protagonismo sindical, visando desvirtuar o andamento das negociações ou pressionar colegas servidores para que referendem a proposta do governo. Assim, fazemos um alerta a toda comunidade acadêmica, elencando formas de interferência indevida de agentes externos ao sindicato no processo de negociação do PCC junto ao governo estadual: 1. A reitoria da UEMS, que deveria se colocar ao lado do sindicato e defender a nossa autonomia universitária na construção do Plano de Cargos e Carreiras, tem sido correia de transmissão da proposta do governo, ao ponto de, numa reunião entre SINTUEMS, GOVERNO e REITORIA, ter ameaçado “trazer para a base” uma proposta de texto e tabela salarial outrora rejeitados em Assembleia Geral do SINTUEMS. 2. Membros integrantes da gestão da universidade têm assumido interlocução direta com o governo estadual para acessar a proposta e discutir seus termos, sem o respaldo do sindicato, incitando servidores não filiados a produzir discussão paralela sobre a negociação do PCC, com acesso direto ao governo. Assim, repudiamos veementemente essa postura de desrespeito à organização sindical, pois só o sindicato é o representante legítimo de sua categoria. Todas as discussões e divergências devem, portanto, ser enfrentadas internamente, em assembleias próprias, nas quais os filiados se posicionam democraticamente a partir das propostas apresentadas. Daí a importância de os servidores se filiarem, participando dos debates e fortalecendo as deliberações do sindicato. A divisão dentro de uma categoria, ontem, hoje e sempre, serve apenas aos interesses dos patrões. A reitoria e os membros da gestão da universidade devem zelar pela autonomia administrativa da UEMS, pois toda proposta de natureza funcional e remuneratória deve partir da comunidade universitária, ser construída e contraditada por suas entidades sindicais e deliberadas pelos conselhos superiores. Não é admissível que reitoria e gestão sejam vocalizadores das vontades do Governador de plantão. Nós, representantes do SINTUEMS e ADUEMS, seguimos juntos na defesa de todos os trabalhadores e trabalhadoras, pois se um sindicato é ferido em seus direitos, todos somos. 14 de julho de 2021

Aduems participa de atos contra Bolsonaro em MS

Aduems participa de atos contra Bolsonaro em MS

Manifestações pedem comida no prato, vacina no braço e “Fora Bolsonaro” No último sábado (3), houve protestos pelo impeachment de Bolsonaro em todo o Brasil. Os atos foram convocados após o escândalo envolvendo o superfaturamento em doses da vacina Covaxin, e pediram, além da saída do presidente, também a vacinação em massa e o auxílio emergencial de 600 reais. Em Campo Grande, centenas de pessoas se concentraram na Praça do Rádio e percorreram o centro da cidade. O vice-presidente da Aduems, professor Dr. Volmir Cardoso Pereira, afirma que a manifestação foi fundamental para denunciar nas ruas os crimes do atual presidente. "Este governo é incapaz de resolver a questão das vacinas, o desemprego e os problemas sociais do Brasil. Ao contrário, cada vez mais o povo vai percebendo que o governo está envolvido em corrupção, inclusive, corrupção na compra de vacinas, o que é profundamente imoral”. Volmir também destaca que, além do genocídio e da corrupção, o governo Bolsonaro aplica um projeto de poder neoliberal que ataca os direitos dos trabalhadores. “Nossa ida às ruas foi importante também para denunciar o desmonte do serviço público, previsto na 'reforma administrativa' de Paulo Guedes. O ato foi pacífico, com todos usando máscaras e respeitando o distanciamento durante a passeata pelo centro da cidade”. Em Dourados, houve concentração em frente à Prefeitura, com exibição de faixas e cartazes, que contavam com pedidos pelo impeachment e contra privatizações. Também houve um carro de som, com músicas de protesto e spot, além de falas dos manifestantes. A presidente da Aduems, professora Dra. Cássia Reis, destacou a importância de atos como este. “Fizemos um movimento organizado e com pautas específicas para alertar a população. A situação do país está caótica e precisamos levantar o debate para buscar a retomada do Brasil”. Cássia também relata que o protesto foi tranquilo, embora tenha havido uma tentativa de atrapalhá-lo. “Em uma loja na frente da rotatória, depois que a gente começou, colocaram um som bem alto tocando o Hino Nacional. Então, ficou rodando por um bom tempo. A gente não entrou em atrito, só usou o microfone para falar que agradecíamos o companheiro por colocar o Hino Nacional, porque o hino é do povo e ele estava contribuindo para a manifestação. Logo após nossa fala, ele fechou a loja. Então foi bastante interessante, colocou o Hino Nacional achando que ia nos afetar, e acabou que cantamos o hino junto”, afirma. Norberto Liberator (jornalista da ADUEMS)

Aduems integra superpedido de impeachment contra Bolsonaro

Aduems integra superpedido de impeachment contra Bolsonaro

Documento unifica argumentos de pedidos já realizados O chamado “superpedido” de impeachment contra Jair Bolsonaro foi apresentado no último dia 30 por partidos políticos, parlamentares e entidades da sociedade civil, unificando os fatores apontados pelos 123 pedidos já realizados anteriormente. Para que o processo seja iniciado, Lira teria de aceitar o pedido e incluí-lo para votação no Plenário. A Aduems foi o único órgão sul-mato-grossense a assinar o documento, enviado ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Além do sindicato, o deputado federal Vander Loubet (PT-MS) completa a lista de integrantes do estado. Os 23 crimes de responsabilidades atribuídos a Bolsonaro no pedido são divididos em sete categorias: Crimes contra a existência da União; Crimes contra o livre exercício dos poderes legislativo e judiciário e dos poderes constitucionais dos Estados; Crimes contra o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais; Crimes contra a segurança interna; Crimes contra a probidade na administração; Crimes contra a guarda e legal emprego dos dinheiros públicos; Crimes contra o cumprimento de decisões judiciárias. Norberto Liberator (jornalista da ADUEMS)

Diretoria da Aduems lança questões a candidatos ao CEPE e ao CoUni

Diretoria da Aduems lança questões a candidatos ao CEPE e ao CoUni

Propósito do questionário é colaborar para que eleição seja pautada pelo debate democrático de ideias Tendo em vista as eleições para o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) e Conselho Universitário (COUNI) que deverão ocorrer nos dias 6 e 7 de julho deste ano, a Diretoria da ADUEMS lançou algumas questões aos candidatos às vagas para ambos os conselhos. O propósito do questionário é colaborar para que a eleição seja pautada pelo debate democrático de ideias, tendo em vista as pautas importantes para a Associação na defesa da categoria docente e, também, na defesa da universidade pública, gratuita e de qualidade. Assim, solicitamos que os candidatos e candidatas respondam nossas questões até o dia 5 de julho, para que possamos dar ampla divulgação das respostas entre os nossos filiados. As respostas serão enviadas aos filiados por e-mail e divulgadas no grupo de WhatsApp “Aduems Informa”, pela ordem de envio do formulário. Os candidatos podem responder ao formulário das questões aqui. Outra opção é responder às questões abaixo em arquivo Word e mandar para aduemssecaosindical@gmail.com até 05 de julho. Questões aos candidatos 1. Como a candidatura avalia as condições de trabalho do docente atualmente na universidade? Quais pontos destacaria para debate nos conselhos? 2. Como a candidatura avalia a necessidade de a universidade defender sua autonomia administrativa e financeira? Quais aspectos destacaria? 3. Como a candidatura se posiciona em relação aos processos de expansão universitária e abertura de cursos hoje vigentes na universidade? 4. Quais propostas a candidatura defende para a organização/expansão democrática e sustentável da universidade? 5. Como a candidatura se posiciona sobre a reformulação da resolução 017/2001 proposta pela Gestão da universidade, especialmente quanto à possível alteração geral do mínimo de 08 horas de lotação na graduação, prevista na LDB?

Protestos no sábado tiveram presença da Aduems

Protestos no sábado tiveram presença da Aduems

Manifestações pediram impeachment de Bolsonaro, vacinação em massa e auxílio emergencial de 600 reais No último sábado (19), membros de entidades sindicais, movimentos sociais e partidos políticos organizaram, por todo o Brasil, protestos pelo impeachment de Jair Bolsonaro e a favor da vacinação em massa. A Aduems participou dos atos em cidades de Mato Grosso do Sul. Em Campo Grande, a concentração ocorreu na Praça do Rádio e percorreu o centro da cidade. O professor Dr. Volmir Cardoso Pereira, vice-presidente da Aduems, esteve presente e destacou a importância do evento. “Foi fundamental esse ato de rua hoje cobrando vacinação da população, auxílio emergencial que contemple pelo menos a cesta básica para os mais pobres, bem como a saída do atual presidente, que se mostra incapaz de governar para todos”, afirma. Volmir também lembrou o fato de o Brasil ter atingido meio milhão de mortos por omissão do governo federal. “Já são mais de 500 mil mortos e em plena pandemia, Bolsonaro e a direita no congresso assumem uma agenda de privatizações e desmonte do setor público”. O professor ressaltou também que as medidas necessárias para conter propagação do vírus, como uso de máscaras e distanciamento, foram seguidas. “Todos nós seguimos os protocolos de segurança e fomos às ruas dizer: o governo Bolsonaro é mais letal que o vírus e precisamos ser resistência”, finaliza. Em Dourados, a manifestação não ocorreu de forma centralizada, mas em vários pontos da cidade. A professora Dra. Cássia Barbosa Reis, presidenta da Aduems, afirma que mesmo sem haver uma manifestação de massa, o público foi maior do que o esperado. “A gente fez uma lista das pessoas, para não fazer mesmo nenhum tipo de aglomeração. E acabou que foi um pouco mais de gente do que se esperava”. Em Paranaíba, o ato foi organizado por algumas entidades ligadas aos movimentos estudantis da UEMS e da UFMS, além de coletivos da cidade, professores da rede estadual e da própria Aduems. A acadêmica Bruna Arantes, que estuda Ciências Sociais e faz parte do Diretório Central Estudantil (DCE) da UEMS, explica que houve distribuição de panfletos e fixação de cartazes. “A gente fez a faixa, que foi colocada no Espelho D’Água, um lugar bastante movimentado aqui da cidade, e fez a panfletagem”. Norberto Liberator (jornalista da Aduems)

Nota de apoio à UERJ

Nota de apoio à UERJ

Deputado Anderson Moraes tem atacado a instituição A ADUEMS manifesta sua solidariedade aos docentes e acadêmicos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, que tem sido sucateada há anos por gestões do governo fluminense que negligenciaram a educação naquele estado, e que agora sofre mais um ataque com objetivo de extingui-la. O deputado estadual Anderson Moraes (PSL), que pertence à base bolsonarista no Rio de Janeiro, arrancou uma faixa fixada pela comunidade acadêmica em defesa da universidade. Moraes é autor de um projeto de lei que pretende privatizar a UERJ. Expressamos nosso repúdio às atitudes do deputado, as quais estão em consonância com o governo federal inimigo da educação e do progresso científico, e exprimimos o apoio à resistência da comunidade acadêmica da UERJ. Confira a nota da universidade: No dia 19 de maio, o deputado da base bolsonarista Anderson Moraes do Rio de Janeiro invadiu a UERJ na calada da noite, intimidou trabalhadores e trabalhadoras, e promoveu um ato de vandalismo ao arrancar uma faixa fixada após uma manifestação política da comunidade acadêmica. Já, no dia 25 de maio, o mesmo deputado protocolou um Projeto de Lei na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) com o objetivo de extinguir a UERJ. O texto estabelece a cessão onerosa dos bens móveis e imóveis para a iniciativa privada. Diante de mais este ataque à universidade pública no Brasil, a ASDUERJ juntamente com as seções sindicais do Rio de Janeiro e a Regional do Rio de Janeiro do ANDES-SN estão organizando um ato simbólico presencial “A Educação não vai se calar: Uerj Resiste!" para recolocar as faixas na instituição na quinta-feira (10/6), às 11h na frente da universidade com transmissão ao vivo do ANDES-SN.

Representantes da Aduems e da gestão se reúnem com PGE/MS para debater TIDE

Representantes da Aduems e da gestão se reúnem com PGE/MS para debater TIDE

Vice-presidente destacou que docentes em regime de TIDE podem se dedicar muito mais aos projetos e ações da universidade Nesta quarta-feira (9), representantes da ADUEMS e da Gestão da UEMS se reuniram com a procuradora geral do estado, Fabíola Marquetti Sanches Rahim, para discutir a viabilidade de normatização do acesso ao regime de Tempo Integral e Dedicação Exclusiva (TIDE) para os docentes em estágio probatório da universidade. Em nome da associação, estiveram presentes o vice-presidente, professor Dr. Volmir Cardoso Pereira, e o assessor jurídico Edgar Fernandes. Representando a universidade, compareceram o reitor, professor Dr. Laércio Alves de Carvalho, e o assessor jurídico Wander Aguiar. Durante a reunião, Volmir apresentou a situação dos professores em estágio probatório que, hoje, não podem solicitar a atribuição do regime de TIDE na UEMS, por conta de vedação imposta pela Lei Estadual 4.431/2013. Destacou, em sua fala, que os professores em regime de TIDE podem se dedicar muito mais aos projetos e ações da universidade, aumentando a qualidade do ensino, pesquisa e extensão, e que há em torno de 70 vagas disponíveis, mas que não foram implementadas ainda por conta da falta de normatização interna. O vice-presidente finalizou citando a importância de a Procuradoria Geral do Estado avaliar se a minuta de resolução proposta pela ADUEMS, por meio de GT constituído, pode ser amparada legalmente para então ser implementada na universidade. Neste caso, haveria o compromisso da gestão em atribuir o regime de TIDE aos professores em estágio, desde que não haja impedimento legal. Em seguida, o assessor jurídico da ADUEMS, Edgar Fernandes, expôs o contexto jurídico em torno da resolução proposta, apontando que ela abre a possibilidade de as vagas serem implementadas no interesse da gestão, e não a pedido do professor. Apontou também que já há entendimento, nas universidades federais, de que o regime de TIDE pode ser aplicado a professores em estágio probatório, pois se trata de dar isonomia ao trabalho docente na universidade. O reitor Laércio Carvalho reforçou o compromisso de atribuir o regime de TIDE a todos os docentes, desde que haja amparo legal. Laércio se colocou à disposição para encaminhar as solicitações da ADUEMS, junto com sua assessoria. O assessor jurídico da UEMS, Wander Aguiar, falou das preocupações quanto à legalidade e sobre o âmbito de aplicação da normativa, que precisam ser observados para implementar a resolução proposta. A procuradora geral, Fabíola Rahim, afirmou que está à disposição para analisar e elaborar um parecer sobre o tema, destacando que seria importante haver uma consulta formal da universidade por escrito, junto à minuta de resolução. Foi acordado que a assessoria jurídica do sindicato apresentará o texto escrito à gestão que, em seguida, reportará o documento à Procuradoria para análise e produção do parecer.

DIRETORIA DA ADUEMS DIVULGA NOTA CANCELANDO CHAMADO PARA ATO DO DIA 29 DE MAIO

A diretoria da Aduems divulgou hoje, 28, Nota Pública cancelando o chamado para Ato O Povo Na Rua e Fora Bolsonaro, previsto para ocorrer em Dourados, no dia 29 de maio. A Nota vem em resposta à notificação da 10ª Promotoria de Justiça da Comarca de Dourados, MS. Leia a íntegra da Nota Pública abaixo: NOTA PÚBLICA A diretoria da ADUEMS vem a público comunicar que a Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul está se retirando da organização do Ato Povo Na Rua #ForaBolsonaro, a ser realizado no dia 29 de maio, acatando a recomendação dada pela 10ª Promotoria de Justiça da Comarca de Dourados-MS. Na tarde desta sexta-feira, dia 28/05/2021, recebemos via WhatsApp e por e-mail o comunicado da Promotoria de Justiça que, em caráter preventivo, alertou para a proibição de atos que possam gerar aglomeração no município de Dourados, bem como sobre responsabilização cível, criminal e administrativa dos organizadores. Tendo em vista que o comunicado da Promotoria foi enviado poucas horas antes do evento, sem tempo hábil para solicitarmos medida judicial apropriada, a Diretoria desta Associação decidiu retirar-se da organização e participação no Ato, desautorizando qualquer participante de utilizar a logomarca desta entidade ou falar em seu nome em todo tipo de aglomeração. Seguiremos lutando pelo direito de todos os trabalhadores ao auxílio emergencial, pela vacina para todos, pelos investimentos em educação, pelo direito à livre expressão de ideias e pelo “Fora Bolsonaro”. Todavia, tendo em vista os riscos para Associação no contexto apresentado, firmamos esta posição para o momento, acatando orientação do nosso departamento jurídico. No mais, esperamos que o Poder Judiciário também intervenha em demais situações que possam causar aglomeração. Nós, enquanto seção sindical classista, seguiremos na defesa dos trabalhadores e nos manifestando contrários à necropolítica implementada pelo Governo Federal durante a pandemia de Covid-19 no Brasil. Recomendamos aos nossos filiados que permaneçam mobilizados nas redes para o Ato Nacional previsto para 29 de maio. 28 de maio de 2021 Diretoria da ADUEMS Documento da Nota Pública pode ser acessado aqui:

Representante da Aduems integra ato pela renda básica em Campo Grande

Representante da Aduems integra ato pela renda básica em Campo Grande

Presidente da Câmara se comprometeu em incluir projeto para votação Ocorreu, na manhã desta quarta-feira (26), uma manifestação em favor da implementação da renda básica em Campo Grande. O objetivo do ato, organizado pelo gabinete da vereadora Camila Jara (PT), foi pressionar a votação e envio do projeto de lei que visa instituir a renda básica emergencial de 300 reais para cerca de 32 mil famílias da capital. O presidente da Câmara de Vereadores, Carlão Borges (PSB), assinou um termo de compromisso, pelo qual acordou em encaminhar a votação do projeto em regime emergencial. A proposta deve ser enviada para a mesa pela vereadora Camila, que colheu 23 assinaturas (de 20 necessárias). A presidenta da Aduems, professora Dra. Cássia Barbosa Reis, esteve presente no ato, entre outros dirigentes de movimentos sociais e entidades sindicais, como Frente Brasil Popular, Adufms, CUT e Fetems, entre outros.

Nota de condolências pela morte do deputado Cabo Almi

Nota de condolências pela morte do deputado Cabo Almi

Parlamentar foi um grande defensor dos direitos dos trabalhadores na Assembleia Legislativa A Aduems lamenta a morte do deputado estadual Cabo Almi (PT), em decorrência de complicações devido à Covid-19. Almi foi um grande aliado nas causas pelos direitos dos trabalhadores de Mato Grosso do Sul. A Associação se solidariza com a família do parlamentar e deseja força para enfrentarem este momento de perda.