Aduems e Comitê de Defesa Popular transmitirão 'Marighella' em Dourados

Exibição do longa de Wagner Moura ocorre na próxima terça, véspera de feriado municipal

A Aduems, junto a outras entidades sindicais e movimentos sociais que formam o Comitê de Defesa Popular, promove na próxima terça-feira (7 de dezembro) a transmissão do filme “Marighella”, do diretor Wagner Moura, em Dourados. O evento ocorrerá a partir das 18h30 e a exibição será iniciada às 20h, na sede da Associação dos Docentes da UFGD (AdufDourados), na Rua Passo Fundo, 290.


Para participar, será necessário preencher um formulário online (disponível aqui) até a véspera da transmissão, ou seja, segunda-feira (6 de dezembro). A organização sugere que seja levado um quilo de alimento não-perecível, que será distribuído a famílias em situação de vulnerabilidade.


Na entrada, os/as espectadores/as deverão apresentar um documento com foto, além do comprovante das duas doses ou dose única da vacina contra a Covid-19. O uso de máscaras será obrigatório dentro do espaço, durante a sessão.


O filme


“Marighella” marca a estreia do ator e ativista Wagner Moura como diretor de cinema. Com roteiro do próprio Wagner e de Felipe Braga, a produção teve lançamento mundial durante o Festival de Berlim, em 2019. O filme rendeu o prêmio de melhor ator para Seu Jorge, que interpreta o personagem principal, no Festival de Bari, na Itália, e no Festival Internacional da Índia.


O longa conta a história do guerrilheiro Carlos Marighella, baseado no livro “O Guerrilheiro que Incendiou o Mundo”, do jornalista Mário Magalhães. Político, poeta e escritor, o protagonista foi deputado federal eleito pelo estado da Bahia e, durante a ditadura militar-empresarial brasileira, passou a ser um dos líderes da luta armada contra o regime, até ser morto em uma emboscada, no dia 4 de novembro de 1969.


Além da atuação premiada de Seu Jorge, o filme também conta com outras atuações muito elogiadas pela crítica nacional e internacional, como a de Bruno Gagliasso, que interpreta um delegado e torturador a serviço da ditadura, além de Humberto Carrão e Bella Camero, que representam membros da Aliança Libertadora Nacional (ALN), grupo do qual Marighella fazia parte.


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